Military Review

 

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Arquivos da Edição Brasileira 2013

Janeiro-Fevereiro 2013

 Edição completa

A edição completa bem como todos os artigos estão em formato pdf. As edições completas podem ter arquivos grandes que podem levar algum tempo para baixar. Os arquivos individuais podem ser baixados clicando nos títulos dos artigos abaixo.

 Capa

 Índice

CGSC — A Escola de Comando e Estado-Maior do Exército dos EUA / O Desenvolvimento de Comandantes que Possam Adaptar-se e Dominar o Ambiente Terrestre do Exército de Hoje e do Futuro

General (BG) Gordon B. Davis Jr.

Tenente-Coronel (Reserva) James B. Martin, Exército dos EUA

Planejada para satisfazer as necessidades futuras do ensino do Exército, essa instalação é tão versátil quanto os oficiais que precisa instruir. Recebendo os melhores estudantes de nível superior que o Exército possui, instruídos por um corpo docente de nível internacional, o novo CGSC é uma das razões pelas quais o Centro de Armas Combinadas é conhecido como o “Centro Intelectual do Exército”.

16 Como Explorar a Iniciativa e a Inovação: Um Processo para o Comando de Missão

Tenente-Coronel Chip Daniels

Major Mark Huhtanen e

Major John Poole, Exército dos EUA

A doutrina do Exército dos EUA cita a necessidade de desenvolver líderes com a autonomia para exercer a iniciativa, mas não descreve, atualmente, como fazer isso. Acreditamos ter encontrado um método para o estabelecimento de uma visão compartilhada por toda a Unidade, que é útil em todos os ambientes operacionais, integra todas as funções necessárias da organização e lida com a questão de como explorar as habilidades dos jovens comandantes táticos de hoje.

28 A “Fuga de Cérebros” da África: Impactos na Segurança e na Estabilidade

Tenente-Coronel (Reserva) Robert Feldman, Exército dos EUA

A “hemorragia” de engenheiros, médicos, professores, enfermeiros, empresários, cientistas e outros profissionais com extensa formação constitui a “fuga de cérebros” (brain drain) da África. Em um continente onde relativamente poucos chegam a cursar o ensino fundamental, quanto mais o ensino superior, esses indivíduos, em cuja formação a sociedade muitas vezes investe um volume desproporcional de recursos, estão levando suas valiosas habilidades para outras partes do mundo.

39 Projetos Estratégicos do Exército Brasileiro

Ministério da Defesa – Brasil Exército Brasileiro Estado-Maior do Exército Escritório de Projetos do Exército

O Exército Brasileiro está no início de um processo de transformação. Com foco no estímulo à inovação e na produção nacional de meios tecnologicamente avançados e de emprego dual. A intenção é combinar a busca da efetiva capacidade de defesa com o impulso à competitividade da indústria nacional nos mercados interno e externo, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

42 O Emprego das Forças Armadas Brasileiras no Combate ao Crime Organizado do Rio de Janeiro (2010): Um Câmbio na Política de Segurança Pública Brasileira

Tenente-Coronel Fabiano Lima de Carvalho, Exército Brasileiro

Quadrilhas de criminosos afrontaram o Estado ao incendiarem ônibus como represália à nova estratégia da polícia estadual, de instalar unidades policiais especificamente criadas para atuar em comunidades carentes. Tais eventos ocorriam em uma região conhecida como os Complexos do Alemão e da Penha, conjunto de favelas que está localizado na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, e que era considerada um ponto inexpugnável pelos criminosos. Diante da gravidade da situação, foi tomada uma decisão que marcou um câmbio importante na execução da Política de Segurança Pública Brasileira: o emprego das Forças Armadas para combater o crime organizado.

55 O Que Virá a Seguir? Uma Opinião sobre a Guerra Irregular na Defesa Nacional

Major Phil W. Reynolds, Exército dos EUA

Muitos concordam que a guerra contra o terrorismo, a chamada “Guerra Longa”, é de múltiplas gerações por natureza, e menos um conflito de números ou de recursos. Hoje, em tempos de orçamentos limitados, a questão já não é se “Estamos vencendo a guerra contra o terrorismo?”, e sim um destaque para “O que virá a seguir?”

63 A Guerra é uma Força Moral: Como Conceber uma Estratégia Mais Viável para a Era da Informação

Tenente-Coronel (Reserva) Peter D. Fromm

Tenente-Coronel Douglas A. Pryer e

Tenente-Coronel Kevin R. Cutright, Exército dos EUA

Para que uma estratégia funcione nos tempos atuais, é preciso que possua sólida legitimidade moral e política. Este artigo busca explorar formas de aprimorar a consciência moral e a compreensão psicológica da guerra como um aspecto da estratégia norte-americana.

76 O Caminho Certo: Uma Proposta para a Ética do Exército

Tenente-Coronel Clark C. Barrett, Guarda Nacional do Exército dos EUA/Estado de Michigan

O comportamento antiético pode minar os esforços para vencer uma guerra. Também pode destruir as chances de obter a paz. Os crimes de guerra corroem a confiança do povo no Exército. As ações moralmente injustas põem em dúvida a Profissão das Armas. Portanto, para alcançar os objetivos de guerra, o Exército precisa agir de acordo com um conjunto de princípios morais tanto quanto necessita respeitar os “princípios da guerra”. A máquina de guerra como um todo precisa satisfazer às expectativas do público.

89 Contracapa

A equipe da Military Review deseja aproveitar esta ocasião para expressar seu profundo agradecimento ao Coronel Jorge Gatica Bórquez, do Exército do Chile, por seu abnegado e incansável trabalho no desempenho de sua função como redator-assessor da edição hispano-americana. Além de realizar com distinção e supremo profissionalismo suas importantes atribuições editoriais, logrou fortalecer os estreitos laços de amizade entre os Estados Unidos da América e seu Exército, aprofundando o intercâmbio profissional e a compreensão mútua entre as respectivas instituições armadas.

Março-Abril 2013

 Edição completa

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 Capa

 Índice

Sete Considerações Sobre a Teoria de Design: Uma Abordagem para Problemas Mal Estruturados

Major Ben Zweibelson, Exército dos EUA

Apresento sete fenômenos inter-relacionados quanto à teoria de design, que parecem ocorrer com frequência quando se busca uni-la ao processo decisório militar em ambientes complexos.

14 O Narcisismo e os Líderes Nocivos

Tenente-Coronel (Reserva) Joe Doty e Subtenente Jeff Fenlason, Exército dos EUA

Considerando o fato de que o narcisismo constitui uma parcela considerável e central do paradigma de liderança nociva, o Exército deve contemplar analisá-lo e desenvolver métodos destinados a reforçar seus atributos positivos e a aumentar a conscientização sobre seus aspectos negativos.

21 Políticas Adotadas, Doutrina de Contrainsurgência e Legitimidade Política

Major Stanley J. Wiechnik, Exército dos EUA

Este artigo analisará a velha política e como ela afetou a doutrina; examinará também a política mais recente e tentará adivinhar quais serão as consequências dessa mudança nas operações de estabilização e de contrainsurgência, com respeito à percepção de como as Forças Armadas consideram a legitimidade política.

32 O Entendimento Público da Profissão das Armas

Brandon Robers

A existência e a importância de uma “lacuna civil-militar” tem sido debatida exaustivamente na literatura acadêmica e na mídia popular. Concordo que ela existe, mas é natural e inevitável. Nosso enfoque não deve ser o de “fechar a lacuna”, mas o de mitigar seus efeitos negativos.

41 A Instrução para o Pensamento Crítico

Coronel Thomas M. Williams, Reserva do Exército dos EUA

O sistema da Instrução Militar Profissional do Exército dos EUA precisa ser aprimorado. Embora professemos ensinar “como pensar”, e não “o que pensar”, a quantidade de conteúdo que apresentamos aos nossos alunos contribui para impedir esse desenvolvimento.

49 Espectro de Quê?

Paul Scharre

As operações militares variam segundo nível de esforço, duração, tipo de conflito, tipo de adversário ou muitas outras variáveis. Classificá-las ao longo de um espectro unidimensional é algo demasiadamente simplista e problemático em diversos aspectos.

57 Colocando o Design em Ação: O Planejamento e a Arte do Comando em Combate

General (BG) Edward C. Cardon e Tenente-Coronel Steve Leonard, Exército dos EUA

O design fornece as ferramentas de pensamento para melhor entendermos e minimizarmos os efeitos negativos da complexidade sobre operações no amplo espectro. Nos conflitos persistentes, em que as operações em meio à população são a norma, a complexidade é onipresente; a incerteza, o acaso e a fricção são comuns a todos os ambientes operacionais.

70 Liderança Adaptável no Processo Decisório Militar

Tenente-Coronel (Reserva) William J. Cojocar, Exército dos EUA

Para desenvolver e executar planos e operações flexíveis e exercer a liderança adaptável, os comandantes atuais precisam entender onde e como, no processo decisório militar, podem integrá-la, aplicá-la e dominá-la para enfrentar ameaças adaptáveis e situações mutáveis.

78 Rompendo Barreiras à Ascensão Profissional da Mulher Militar: Um Argumento de Segurança Nacional em Defesa da Plena Integração de Gênero no Exército dos EUA

Major Jacqueline S. L. Escobar, Exército dos EUA

O Exército obteve grandes avanços na incorporação do talento das mulheres, mas ainda há muito a fazer. As Forças Armadas dos EUA não poderão atingir seu máximo potencial até que seu sistema de pessoal integre plenamente as mulheres em todas as facetas do serviço militar e em todos os escalões de comando.

89 Contracapa

O Tenente-Coronel Claudio Antonio Mendoza Oyarce formou-se pela Escola Militar do Exército do Chile em 01 Jan 89, tendo sido promovido a Alferes do Quadro de Engenheiros na mesma data. Possui as especializações secundárias de Paraquedista Militar, Comandos, Mergulho Tático e Professor Militar de Academia, nas disciplinas de Organização e Pessoal. Possui a especialização primária de Oficial de Estado-Maior.

Maio-Junho 2013

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A Arte da Guerra no Século XXI: Um Enigma

General de Exército Paulo Cesar de Castro, Exército Brasileiro

Este artigo se propõe a: constatar o novo paradigma na guerra entre Israel e Hamas, de 14 a 21 de novembro de 2012; constatar, também, aquele paradigma no conflito armado entre franco-africanos e rebeldes no Mali, iniciado em janeiro de 2013; refletir sobre o futuro dos conflitos armados; e propor que a guerra no meio do povo, sendo realidade, não é única e, portanto, não exclui a exigência de preparação de Forças Armadas para enfrentar quaisquer desafios contemporâneos e futuros.

A Abrangente Concepção de Emprego da Força Terrestre

Coronel Hertz Pires do Nascimento, Exército Brasileiro

O Estado-Maior do Exército (EME) apresentou, no início do ano de 2013, o novo conceito operacional para o emprego da Força Terrestre Brasileira: Operações no Amplo Espectro. Tal iniciativa não só busca acompanhar a evolução dos conflitos no século XXI, mas também propõe adaptações importantes em definições consagradas na literatura doutrinária mundial, por entender, acertadamente, que possuímos uma realidade própria na interpretação do termo Defesa Nacional.

18 A Armadilha da Complexidade

Capitão-Tenente Michael J. Gallagher, Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA; Joshua A. Geltzer; e Sebastian L. v. Gorka

Questionamos se o mundo foi, alguma vez, realmente tão simples quanto sugerem os atuais partidários da complexidade, mostrando, assim, que a noção de seu ineditismo na época atual é descritivamente falsa. Esperamos enfatizar, ao longo do artigo, que a presente obsessão com a complexidade resulta em uma perigosa negação da necessidade de elaborar estratégias.

28 A Morte que Vem de Cima: Os VANT e a Perda de Corações e Mentes

Jeffrey A. Sluka

Hoje em dia, o emprego dos VANT vem sendo alardeado como o “futuro da guerra”, como a “única coisa boa a resultar da guerra contra o terrorismo” e como uma arma eficaz e precisa de contraterrorismo e contrainsurgência. Entretanto, a noção de que os VANT custam menos em vidas e recursos e a visão otimista de que virão, um dia, a retirar, completamente, os soldados de situações perigosas estão começando a parecer propostas duvidosas.

36 A Contribuição de Cada Militar: Como Comunicar o que Realmente Significa Ser um Soldado

Coronel (Reserva) Lawrence J. Morris, Exército dos EUA

O Exército precisa esclarecer à classe política e à mídia nacional o que significa ser um integrante da Profissão das Armas. Cabe ao Exército informar ao povo estadunidense, que o emprega e o financia, a respeito de uma instituição e instrumento de poder com o qual poucos têm experiência direta.

47 A Liderança Baseada no Empirismo: Como Integrar a Ciência da Psicologia na Construção de um Modelo Melhor de Liderança

Major Sean P. McDonald, Exército dos EUA

As operações militares variam segundo nível de esforço, duração, tipo de conflito, tipo de adversário ou muitas outras variáveis. Classificá-las ao longo de um espectro unidimensional é algo demasiadamente simplista e problemático em diversos aspectos.

58 Um Reexame do Engajamento Persistente e da Colaboração Interagências

Major Charles Malcom Williams, Exército dos EUA

A Força conjunta não compreendeu, por vezes, a importância da causalidade política na geração da instabilidade, tendo adotado soluções operacionais e táticas inadequadas para criar estabilidade em situações pré-conflito e pós-conflito. Nossa estratégia contra a instabilidade prescreve, de modo geral, um engajamento persistente e uma abordagem indireta.

68 A Dinâmica das Equipes Interagências

General de Brigada (Reserva) Raymond D. Barrett, Exército dos EUA

Indivíduos, entidades privadas e órgãos governamentais sempre buscaram formar equipes para apoiar seus interesses e atingir fins que não estariam ao seu alcance de outro modo. Isso não mudará no futuro. Ao entenderem as forças dinâmicas que unem e destroem essas equipes, os chefes estarão mais bem preparados para geri-las e cumprir suas responsabilidades.

79 O Grande Debate sobre os VANT

Amitai Etzioni

Como no caso de outros novos armamentos e métodos, a utilização cada vez maior dos VANT deu início a um considerável debate sobre a fundamentação moral e jurídica desse emprego. Este artigo examina tal debate.

93 Contracapa

Com sua 35a edição, a Revista Military Review despede-se de seu editor-chefe, Coronel John J. Smith, por motivo de sua passagem para a Reserva Remunerada, após quase 32 anos de serviço dedicados ao Exército e aos Estados Unidos da América.

Julho-Agosto 2013

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A Ascensão das Máquinas: Por Que Armas Cada Vez Mais “Perfeitas” Ajudam a Perpetuar Nossas Guerras e Colocam a Nação em Perigo

Tenente-Coronel Douglas A. Pryer, Exército dos EUA

Em virtude de óbices existentes no campo moral da percepção humana, as desvantagens estratégicas dos ataques de VANT em qualquer função que não a de apoio aéreo aproximado às Forças terrestres quase sempre excederão suas efêmeras vantagens táticas.

16 O Oficialato: Um Programa de Desenvolvimento da Liderança Útil a Toda a Força

Major Todd Hertling, Exército dos EUA

Embora um único modelo esteja longe de ser uma panaceia para as dificuldades atuais de orientação profissional, o programa Oficialato, da Academia Militar dos EUA, oferece uma possível solução para ajudar a revitalizar o entusiasmo para o desenvolvimento da liderança em todo o Exército.

29 Perspectivas Alternativas: Tentando Pensar a Partir do Outro Lado do Monte

Tenente-Coronel (Reserva) William Greenberg, Exército dos EUA

Os comandantes que puderem entender a perspectiva do inimigo e dos demais atores envolvidos estarão mais aptos a compreender a situação à sua frente e a utilizar efetivamente os elementos do poder nacional à disposição.

39 A Tecnologia Não é Neutra: O Perigo Imprevisto das Operações Capacitadas por Redes

Christine G. van Burken

Existem perigos imprevistos que podem afetar a tomada de decisões em ambientes de rede, especificamente o compartilhamento de imagens de vídeo ao vivo, originadas de sistemas tripulados ou não tripulados. O tema central deste artigo se relaciona com a interação entre o homem e a tecnologia durante operações capacitadas por redes.

51 Uma Lesão, Não um Transtorno

Frank Ochberg

O diagnóstico de Transtorno de Estresse Pós-Traumático é aceito desde 1980; contudo, tanto os homens quanto as mulheres das Forças Armadas odeiam o termo “transtorno” e preferem sofrer em silêncio a ter de tolerar esse rótulo.

56 A Engenharia de Fortificação e Construção no Contexto das Guerras do Século XXI

Coronel R/1 Alvaro Vieira, Exército Brasileiro

Embora o conceito de obstáculos estáticos tenha mudado muito nos últimos tempos, a necessidade de se erigir construções para proteção de pessoal e material passou a ser maior atualmente do que era no passado. Novos materiais e métodos construtivos podem proporcionar uma proteção muito mais eficiente e com muito menos trabalho.

62 O Propósito no Design da Missão: Entendendo os Quatro Tipos de Abordagem Operacional

Simon Murden

Diferentes abordagens operacionais estão associadas a teorias, conceitos e doutrinas de apoio distintos. Amparando-se em uma série de casos históricos, o artigo ressalta alguns dos fatores que podem dificultar a identificação da abordagem operacional mais adequada a uma missão.

74 A Evolução do Conceito Comando de Missão na Doutrina do Exército dos EUA: De 1905 até o Presente

Coronel (Reserva) Clinton J. Ancker III, Exército dos EUA

Ao longo dos últimos cem anos ou mais, as ideias básicas de Comando de Missão evoluíram continuamente, frequentemente refletindo a experiência adquirida em combate. A ideia fundamental, a de emitir ordens contendo resultados desejados e deixando o “como” a cargo dos subordinados, foi uma constante em toda essa evolução.

86 Semeando Dentes de Dragão: Os Grupos Operacionais do OSS na Segunda Guerra Mundial

Nathan C. Hill

As atividades dos Grupos Operacionais do OSS (Gabinete de Serviços Estratégicos) na Segunda Guerra Mundial comprovaram o papel significativo que a guerra de guerrilha poderia exercer no campo de batalha moderno e reintroduziram o conceito de guerra não convencional no léxico militar norte-americano.

93 Contracapa

A Coronel Anna R. Friederich-Maggard assumiu a função de Editora-Chefe e Diretora da Military Review em 01 de julho de 2013. Deu início à carreira militar em 1985, como enfermeira militar da Reserva do Exército dos EUA, passando, mais tarde, a servir na Guarda Nacional do Exército, do Estado do Kansas. Tornou-se oficial da Ativa em 1991, ao concluir o Programa de Formação de Oficiais da Reserva pela Pittsburg State University, no Kansas, onde cursou, também, o bacharelado e o mestrado em Belas Artes.

Setembro-Outubro 2013

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Os Objetivos Terroristas de Medo e Indignação

John A. Lynn II

Enquanto destaca o medo nos planos terroristas, este artigo sustenta que para entender as dinâmicas do terrorismo também devemos aceitar que seus ganhos mais importantes não decorrem do medo, e sim ao instigarem a indignação.

14 O Swarming Social: Efeitos Assimétricos sobre o Discurso Público em Futuros Conflitos

Major David Faggard, Força Aérea dos EUA

Uma futura tática na guerra de informação baseada na cibernética se apoia em soldados-cibercidadãos portadores de mídias móveis, que empregarão táticas de swarming social (“enxameamento da população” ou “afluência popular”) para sobrecarregar um sistema, decisor ou nó crítico.

27 Mulheres: O Multiplicador de Combate da Guerra Assimétrica

Coronel (Reserva) Clark H. Summers, Exército dos EUA

Este artigo propõe a hipótese de que as mulheres costumam ter habilidades e capacidades que as tornam mais efetivas que os homens em certas situações táticas. Em caso positivo, a Profissão das Armas precisa tirar proveito total dessas capacidades como um multiplicador de combate.

37 Lutando Sozinhos: O Desafio do Decrescente Capital Social e a Profissão Militar

Major Charlie Lewis, Exército dos EUA

Ao expor fraquezas relativas ao capital social do Exército, demonstro como desenvolver métodos para estruturar tanto a confiança quanto o espírito de corpo dentro da Profissão, com vistas a enfrentar esse desafio.

50 Como Derrotar as Ameaças Híbridas do Futuro: O Maior Desafio à Profissão Militar de 2020 e Além

Major John R. Davis Jr., Exército dos EUA

O dilema de segurança no futuro próximo consistirá em ameaças híbridas em constante evolução. O desafio crítico para a Profissão Militar do futuro é determinar que competências profissionais devem ser acrescentadas ou adaptadas.

62 Acesso Operacional Conjunto e a Força de Resposta Global: Redefinindo a Prontidão

General (BG) Charles Flynn e Major Joshua Richardson, Exército dos EUA

A Operação Atropian Reach (Out 2012), um exercício de acesso operacional conjunto, foi desenvolvida pelo Centro Conjunto de Instrução de Prontidão, no Forte Polk, Louisiana, contando com a cooperação de equipes de planejamento conjunto do 18o Corpo Aeroterrestre e da 82a Divisão Aeroterrestre. Ela proporciona um pano de fundo para um grande debate sobre acesso operacional conjunto e o papel da FRG.

71 Projeto de Força do Futuro

Coronel Ramon Marçal da Silva, Exército Brasileiro

A proposta deste artigo é descrever o Centro de Integração de Capacidades do Exército dos Estados Unidos da América (ARCIC), sua missão e particularidades e o relacionamento do Centro com a Doutrina, procurando verificar a viabilidade de uma estrutura similar na Força Terrestre Brasileira.

78 Como Preparar Comandantes que Pratiquem o Comando de Missão e Conquistem a Paz

Tenente-Coronel Douglas A. Pryer, Exército dos EUA

Para preparar comandantes que realmente pratiquem o Comando de Missão e possam conquistar a paz, o Exército dos EUA precisa de uma reorientação total, que apoie mudanças profundas na cultura, doutrina, adestramento, gestão de pessoal e formação.

91 What Terrorists Want: Understanding the Enemy, Containing the Threat

Resenha escrita pelo Tenente-Coronel Paulo Edson Santa Barba, do Exército Brasileiro

Poucos assuntos relacionados à defesa têm sido tão estudados na atualidade como o terrorismo. Entretanto, a vasta maioria desses estudos não enfoca as causas do problema, mas os sintomas dele resultantes. Em What Terrorists Want (O que Desejam os Terroristas), Louise Richardson ataca a estratégia adotada pelos Estados Unidos para lidar com o terrorismo e propõe uma abordagem focada na identificação e no tratamento das causas do fenômeno.

93 Contracapa

As edições ibero-americana e brasileira da Military Review tiveram o prazer de recepcionar os oficiais alunos da América Central, América do Sul e Espanha que ora frequentam a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército dos EUA (U.S Army CGSC), em uma cerimônia realizada na tarde de 19 de setembro de 2013, no Forte Leavenworth. Presentes ao evento estavam a Editora-Chefe e as equipes de todas as edições da Military Review, os oficiais de ligação do Chile e do Brasil, vários distintos convidados, os alunos e suas famílias. Os seguintes países estavam representados: Brasil, Colômbia, El Salvador, Honduras, México, Paraguai, Peru e Espanha.

Novembro-Dezembro 2013

 Edição completa

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 Índice

Cenários, Operações no Amplo Espectro e Brigadas de Cavalaria Mecanizadas

General de Brigada Valério Stumpf Trindade, Exército Brasileiro

A adequação da Bda C Mec às Operações no Amplo Espectro decorre particularmente de sua mobilidade tática e estratégica, da potência de fogo, da proteção blindada, da flexibilidade e do sistema de comunicações, que lhe confere a adaptabilidade necessária para atuar nesse complexo cenário.

13 Pensando as Brigadas de Cavalaria Mecanizadas no Exército Brasileiro em seu Salto para o Futuro

General de Brigada Joarez Alves Pereira Junior, Exército Brasileiro

A Brigada de Cavalaria Mecanizada mantém a mesma constituição e quase que o mesmo material por décadas. É oportuno, na medida em que o Exército Brasileiro passa por um período de transformação, que se pense na viabilidade da manutenção da estrutura existente ou em possíveis mudanças e, neste caso, em que dimensão, de maneira que a Brigada de Cavalaria Mecanizada possa melhor cumprir as missões que lhe serão atribuídas na Guerra do Futuro.

25 O "Problema" do Planejamento Estratégico

General de Brigada Gordon B. Davis Jr.; General (BG) Thomas C. Graves; e Coronel Christopher N. Prigge, Exército dos EUA

Como preparar oficiais que disponham dos devidos conhecimentos, habilidades e experiência para criar planos estratégicos destinados a tratar de problemas complexos, para os quais não existem soluções facilmente identificáveis?

34 Como Lidar com o Irã / O Debate Nuclear Iraniano: Mais Mitos que Fatos

Christopher J. Bolan

As discussões sobre as implicações de um Irã dotado de armas nucleares apoiam-se, muitas vezes, em mitos e premissas duvidosas, que requerem uma análise mais detalhada. Este artigo desfaz esses mitos, questiona essas premissas e extrai importantes implicações para os formuladores de políticas norte-americanos nesse importante debate estratégico.

47 Adotando o Comando de Missão

Major Demetrios A. Ghikas, Exército dos EUA

É importante que nosso pensamento, ações, atividades e processos possibilitem a prática da filosofia de Comando de Missão. Ao praticá-lo, hoje, em todos os escalões do Exército, minimizamos os riscos em sua implantação e sintetizamos os conhecimentos necessários para enfrentarmos os desafios do futuro.

57 A Intenção do Comandante e o Conceito da Operação

Major Richard Dempsey e Major Jonathan M. Chavous, Exército dos EUA

Este artigo define o que a doutrina atual do Exército dos EUA requer para a elaboração de planos e ordens, buscando focar os argumentos levantados com relação aos dois pontos principais de uma Ordem de Operações: a Intenção do Comandante e o Conceito da Operação.

68 Desenvolvimento do Atributo Caráter no Exército dos EUA: A Abordagem Laissez-Faire

Coronel Brian M. Michelson, Exército dos EUA

A proposta deste artigo é descrever o Centro de Integração de Capacidades do Exército dos Estados Unidos da América (ARCIC), sua missão e particularidades e o relacionamento do Centro com a Doutrina, procurando verificar a viabilidade de uma estrutura similar na Força Terrestre Brasileira.

79 Índice 2013

93 Contracapa

Forte Leavenworth-Kansas – No dia 19 de setembro, em cerimônia realizada no Forte Leavenworth/KS, o Editor-Chefe das edições internacionais da Revista Military Review, Sr. Miguel Severo, foi agraciado com a Medalha do Pacificador pelos relevantes serviços prestados ao Exército Brasileiro (EB).